Especial para as operadoras regionais brasileiras

A NETSCOUT criou exclusivamente para as operadoras regionais brasileiras um pacote de soluções que inclui visibilidade de tráfego e proteção contra os ataques cibernéticos. O objetivo é garantir, com o binômio Segurança e Visibilidade, interrupção zero em serviços.

Para prevenir ataques cibernéticos e garantir a prestação dos serviços contratados pelos clientes é necessário assegurar o correto desempenho de todo o ambiente operacional – e para isso a visibilidade do tráfego da rede é crucial, devendo ser combinada a sistemas de proteção que permitam assegurar a disponibilidade de seus serviços, sem qualquer interrupção.

O pacote desenvolvido pela NESTSCOUT aprimora a visibilidade sobre o que ocorre no perímetro de internet, monitorando a disponibilidade e funcionamento das camadas de aplicação responsáveis pelos serviços oferecidos aos clientes. E ainda protege contra os ataques de negação de serviços (DDoS) e demais tipos de ataque.

Para adquirir essas soluções, as operadoras regionais poderão obter condições comerciais exclusivas e opções de financiamento.

O papel das regionais e os perigos que as cercam

As operadoras regionais vêm se destacando não somente pelo seu crescimento, mas também pela qualidade dos serviços que prestam, como mostra relatório da Anatel intitulado Pesquisa de Satisfação e Qualidade Percebida 2018. De acordo com essa pesquisa, “em todos os serviços, as maiores notas foram obtidas pelas Prestadoras de Pequeno Porte”. A NETSCOUT não poderia ficar indiferente a esse mercado, que busca atender com soluções adequadas a suas necessidades e tamanho.

Os serviços de comunicação estão entre os alvos mais frequentes dos ataques DDoS, e o Brasil é particularmente visado, como mostra o último relatório WISR (Worldwide Infrastructure Security Report – Relatório sobre Segurança da Infraestrutura Global) da NETSCOUT: 57% dos profissionais de segurança ouvidos no Brasil confirmaram ataques DDoS, nos últimos 18 meses, às empresas onde trabalham, contra uma média global de 49%; além disso, 46% dos respondentes brasileiros disseram que esses ataques se voltavam aos serviços prestados a seus clientes, comparando-se a uma média global de 38%.